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O olhar de uma forasteira

Hoje, exatamente um ano e vinte dias após a minha chegada à Recife, conheci um grupo que eu diria inusitado, talvez. Claro  que os recifenses e pernambucanos os tem no coração, mas de certa forma, me fez lembrar do quão brega podemos ser, como Reginaldo Rossi, Falcão e outros ditos bregas que conhecemos. . Fui ao Marco Zero com a querida Simone Bispo, para conhecer de veras o que é uma prévia de carnaval. Tomei além de cerveja, chuva! Muuuiiita chuvaaaa!!!!! Mas valeu, Faringes da Paixão me soou muito estapafúrdio, mas meus amigos recifenses comentaram que com certeza eu iria gostar.
De fato, gostei demais da banda. me fez lembrar os saudosos
Mamonas Assassinas, que brincavam com as suas letras, o cotidiano da vida do
pobre, do rico, do brega, do gay, do apaixonado, do corno: De nós!
Minha primeira reação, foi pensar: – Red Hod Chilli Peppers
que não nos ouça!
 Mas depois prestei
bem atenção na letra e casei com a reação do público. Nunca ví tamanha
sincronia, sintonia, compasso e paixão.
Me senti um peixe fora d’água. Achei
lindo!
Eu sou acostumada com a regra. Isso me ajuda muito em diversas
circunstâncias. Mas hoje a regra me foge. Hoje me apaixonei pelo contrário à
minha criação. O que eu achava um
insulto á Lady Gaga, Red Hot e demais cantores estrangeiros, me fez entender
que  é uma forma nova de consagrar um
ídolo.  Quero deixar claro no post de
hoje, que sou um pouco mais recifense depois de conhecer os breguérrimos e
totalmente originais meninos  do ou da Faringes da Paixão.
No dia nove de fevereiro, já marquei onde estarei: no bloco do PalMito (não sei como escreve e nem se há ambiguidade no sentido da palavra).
Sei lá, né! Kkkk. Certeza!
Bjbj da Ari


Fotos: Simone Bispo

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